O dia 17 de março vai ficar marcado na vida dos jogadores Douglas Santos, Gabriel e Thiago Maia. Convocados para a Seleção Brasileira Olímpica que disputará dois amistosos neste mês, os três participaram do lançamento do novo uniforme Nike (clique para conferir os detalhes técnicos) e visitaram o Museu Seleção Brasileira.

A visita começa pelo cenário que o jovem Gabriel, do Santos, considerou o mais marcante. A exibição do filme "Somos Todos Futebol" resume, em sete minutos, um painel de imagens das cinco conquistas mundiais da Seleção Brasileira, com jogadas e gols de almanaque dos nossos craques, tendo como pano de fundo cenas do povo comemorando por todo o país, do Oiapoque ao Chuí.

O filme demonstra com exatidão todo o amor que o brasileiro sente pelo futebol e por sua Seleção. Emociona mesmo os que já assistiram várias vezes ao vídeo, como foi o caso de Dunga e Gilmar. A cena em que Dunga se prepara para cobrar o pênalti na decisão de 1994 contra a Itália é captada com a impressionante tensão que cerca o momento. 

Gabriel ficou tocado em ver a vibração do povo brasileiro nas comemorações exibidas. Ele se sentiu orgulhoso ao constatar a dimensão do que um jogador de futebol pode proporcionar às pessoas. 

– O filme mostra a alegria do brasileiro, em todo o país, desde torcedor pobre até o mais rico. Fico muito feliz em saber que um dia eu poderei ajudar a proporcionar essa felicidade, como fizeram todos os campeões do mundo n que aparecem no filme.

Douglas Santos, do Atlético Mineiro, também sensibilizou-se com o filme. Mas sua maior alegria foi ver, pela primeira vez, os troféus da Copa do Mundo que fazem parte do imenso e rico acervo do Museu.

– Não tinha visto o troféu da Copa de perto. Não tem como sonhar em voltar aqui e ver meu nome fazendo parte dessa história. Uma história que os campeões do mundo construíram honrando a camisa da Seleção, como nós dessa geração esperamos honrar também.

O também santista Thiago Maia teve outro motivo para se sentir orgulhoso ao visitar o Museu. Ele fez questão de posar ao lado de uma das bolas que fazem parte da galeria de todos os estados brasileiros.

– É a bola da minha terra, Roraima. Sou de Boa Vista. Aos 12 anos, já estava no São Caetano tentando ser jogador. Espero, um dia, ser mais um desses campeões, que estão aqui no Museu, pois foram eles que fizeram a Seleção Brasileira vitoriosa e respeitada em todo o mundo.  Eles são um exemplo para todos os jogadores jovens.